Claudinha, 40+, paraense/cearense.
Meu nome é Cláudia, mas detesto que me chamem assim, porque desde que me lembro atendo por Claudinha e tenho certeza que é o nome registrado na certidão. Fui diagnosticada com TEA e TAG, então me acompanha uma sensação de distorcer a realidade, o que me faz ser estranha aos olhos das outras pessoas. Mesmo rodeada de gente sempre me senti alheia, diferente, estranha e solitária. Vivo dentro da minha cabeça mais do que gostaria, mas também não sei ser diferente. Falando assim, pareço insuportável, mas juro que sou legal (ou não ? sou uma narradora pouco confiável aqls).
Gosto de rotina e cotidiano. As coisas mais simples são aquelas pelas quais sinto que vale a pena viver. Não gosto de nada grandioso, eventos que marcam a realização de fases da vida não significam nada para mim. Mas, se não tiver bolo no meu aniversário, vou me sentir extremamente miserável.
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Senhorinha antes da idade, apaixonada por animais (especialmente cachorros), cinéfila desde criança, bookaholic, curiosa, viciada em perfumes, coleciona maquiagem, pinta as unhas toda semana, sempre sonhou em usar óculos, adora olhar o céu, ama dias chuvosos, adora cozinhar, sabe fazer ponto cruz e crochê, é independente mas vive sentindo falta de alguém, é superfã de The Killers e Twenty One Pilots, adora músicas indie e dos anos 80, e de cores pastel, e de tomar banho com água gelada, tem mais de 30 tatuagens e quer fazer muito mais, ama terror, e é nostálgica até o último fio de cabelo.
Detesto calor, solidão, lugares lotados, sons altos, filas, pessoas inconvenientes, escrever bio em blogs e de pessoas que falam de si na terceira pessoa.
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Este blog existe porque transbordo e preciso colocar tudo o que sinto e vivo em palavras.
